MOMENTOS DE INSPIRAÇÃO
Compartilho este momento de inspiração que tive, pois penso que o "AMOR" em primeiro lugar, é universal... onde se pode usufruir, e só assim poder dar a chance de olhar para dentro de sí próprio, se sentir... enfim viver as coisas boas da vida...
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Brinquedos: preste atenção neles
Brincadeira perigosa
O patinho que acompanha seu bebê no banho pode não ser tão inofensivo quanto aparenta. Substâncias como o ftalato e o bisfenol, muito utilizadas na fabricação de brinquedos macios de plástico, causam intoxicações.
Nos países da União Européia, ftalato e bisfenol foram simplesmente banidos das indústrias de brinquedo. Após discussões acaloradas entre os países do Mercosul, a Argentina resolveu igualmente suspender seu uso. No Brasil por enquanto não existe nenhuma restrição à dupla. "Por aqui não há lei que proíba seu emprego nos produtos de plástico destinados à criançada", afirma o engenheiro químico Mariano Bacellar, do Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação, fundado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, a Abrinq.
Mesmo sem nenhuma ordem oficial, algumas indústrias nacionais acharam por bem substituir a dobradinha de componentes por outros aditivos. E quem ainda a utiliza deixa isso bem claro no rótulo dos brinquedos — o que é ótimo. As acusações contra as duas substâncias são graves. O ftalato estaria envolvido com alterações nas glândulas, causando diversos distúrbios hormonais. Ele serve para amaciar e tornar maleável o PVC, o tipo de plástico usado na maioria dos brinquedos para bebês e nas bonecas.
O bisfenol, por sua vez, tem a propriedade de deixar o plástico, apesar de macio, mais resistente a mordidas e outras investidas. Recai sobre ele a suspeita de favorecer a obesidade e até alguns tipos de câncer. O outro lado dessa história, vale frisar, é que grande parte das pesquisas foi feita em animais. Aquelas que envolveram seres humanos avaliaram o efeito direto das substâncias sobre o organismo, mas não o da sua aplicação em brinquedos, quando elas já estão quimicamente modificadas.
"É como no caso dos copos descartáveis de polietileno", compara o toxicologista e pediatra Sérgio Graff, diretor da Clínica Toxiclin, em São Paulo. "O etileno, a sua matéria-prima, pode provocar problemas. No entanto, quando ele é transformado em polietileno, o risco desaparece", diz. A enfermeira Maria de Jesus Castro Sousa Harada, do Núcleo de Estudos da Criança e do Adolescente da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, concorda: "Não há trabalhos conclusivos sobre a ação tóxica dessas substâncias nos brinquedos", afirma. "
Por enquanto, o que existe são suposições", diz, ainda, Gustavo José Kuster, gerente do Programa de Avaliação da Conformidade, Normalização e Qualidade Industrial do Instituto Nacional de Metrologia, o Inmetro. Pelo sim, pelo não, fique atento na loja de brinquedos. Enquanto o ftalato e o bisfenol não recebem um veredicto, outros aspectos importantes não deixam margens a dúvida quando se fala em brincar com segurança. A dica mais batida, porém fundamental, é: "Evite brinquedos com peças muito pequenas, principalmente se a criança tem menos de 3 anos", reforça a pediatra Renata Naksman, presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Mais: é bom ficar com um pé atrás se a engenhoca funciona com eletricidade, porque há risco de choques caso dedinhos atrevidos se aproximem da tomada. E o brinquedo barulhento? Esse, no fundo, não tem graça nenhuma. "Ele pode diminuir a capacidade auditiva da meninada", avisa Renata. Se o ruído for superior a 110 decibéis, o risco de danos aos ouvidos é grande. Infelizmente nem sempre a informação dos decibéis está na embalagem. No máximo há uma advertência de que o artefato não deve ser ligado em ambientes fechados ou ainda a recomendação de que o pequeno fique a pelo menos 1 metro de distância.
Também é importante comprar o brinquedo indicado para a idade da criança, mesmo que ela seja considerada muito esperta para o seu tamanho. E, se você tem filhos com faixas etárias diferentes, mas que brincam juntos, lembre-se de que o mais novo pode se machucar com os brinquedos do mais velho. "Os objetos da criança maior devem ficar fora do alcance da menor", ensina Maria de Jesus Castro Sousa Harada. Mesmo com todas essas precauções, a supervisão de um adulto na hora da brincadeira é bem-vinda.
Antes de comprar o brinquedo
• Na hora de comprar, repare nas informações da embalagem: a faixa etária a que o brinquedo se destina, dados do fabricante e as advertências sobre os eventuais riscos para a segurança precisam ser lidos com atenção. Todos esses dados devem estar em português, mesmo que o produto seja importado.
• As tintas e os materiais utilizados na sua fabricação não podem ser tóxicos — e isso deve estar bem claro no rótulo.
• Não se esqueça de pedir a nota fiscal. Ela é a sua garantia em caso de acidentes ou defeitos.
• Descarte brinquedos com pontas ou extremidades cortantes.
• Para crianças com até 5 anos o brinquedo não deve ter nenhuma parte de vidro. Não são recomendados brinquedos químicos, como moldes de gesso, para menores de 8 anos.
Todo brinquedo vendido no território nacional deve ter o selo desse instituto, que segue os padrões internacionais em suas avaliações. "Antes de mais nada, para receber o certificado toda a linha de produção é submetida a uma vistoria", conta Gustavo José Kuster.
Em seguida uma amostra do brinquedo é levada para um laboratório contratado pelo Inmetro para ser submetida a uma série de testes. "Até mesmo os produtos importados precisam do selo", avisa Kuster. "Ele é uma garantia de que o brinquedo é seguro." Mas atenção: o aval do Inmetro não considera se o brinquedo contém ou deixa de conter ftalato e bisfenol, já que nada pesa contra a dupla no Brasil até que se prove o contrário.
http://www.inmetro.gov.br/
Cautela com o brinquedo do bebê
A hipótese, remota, é de as substâncias tóxicas serem ingeridas. A foto desta reportagem ilustra mais o temor dos europeus e dos argentinos do que a realidade científica em si. Afinal, o pobre patinho não exalaria nenhuma toxina. Se de fato ele for capaz de transmitir substâncias tóxicas para o organismo infantil (o que não está provado), isso aconteceria quando a criança ficasse mordiscando o objeto. Ou seja, use a razão: se você prefere, por cautela, evitar brinquedos com ftalato e bisfenol, tome mais cuidado com mordedores e afins do que com bonecas para meninas maiores.
Por Thais Szegö | design Robson Quinafélix | fotos Dercílio
Videogames, computadores, bonecas que tomam mamadeira e falam, jogos eletrônicos etc. colocaram de lado, nos últimos anos, aqueles brinquedos que, fruto da imaginação ou de certas habilidades e destrezas, divertiram tanto a nossa geração como as gerações anteriores. Hoje, em contrapartida, nossos filhos não se conformam se não tiverem o mais recente brinquedo lançado no mercado. Esta situação revela que muitas crianças atualmente não sabem brincar se não tiverem brinquedos e que, mais do que uma forma de entretenimento e de aprendizagem, eles converteram-se em capricho. Nessa reportagem, publicada na comunidade virtual Entre padres (EducaRede Espanha), recuperamos a brincadeira tradicional e seus benefícios, e analisamos a necessidade de se estimular a imaginação de crianças e jovens como um dos pontos fundamentais para seu desenvolvimento pessoal. Saiba mais a seguir na reportagem com tradução de Airton Dantas
"Vejo, vejo... que vês?", por exemplo. Quantas crianças de hoje brincaram disso alguma vez? Certamente muitas delas nunca ouviram falar de brincadeiras cujos protagonistas não são o super-herói do momento ou o videogame mais vendido, mas sim sua imaginação, sua criatividade, sua colaboração e sua destreza. Entretanto, as brincadeiras tradicionais, embora não sejam a última palavra em tecnologia, são uma forma divertida e, ao mesmo tempo, pedagógica e socializadora, fundamental para a educação dos filhos.
Nesse sentido, é importante considerar que ao brincar a criança expressa sentimentos, alivia tensões emocionais, como ansiedade e estresse, além de canalizar a agressividade e ajudar a enfrentar os medos. Por isso, é responsabilidade dos pais fazer com que os filhos aprendam a brincar desde cedo. A brincadeira é importante em qualquer idade, além de ser mais um recurso no contexto educativo e familiar.
O poder do brinquedo
De acordo com a Encuesta Europea Duracell de Juguetes, realizada em 9 países da União Européia, as crianças espanholas elegem majoritariamente (56%) os brinquedos para os seus momentos de lazer. Em seguida aparecem, por ordem de preferência, a televisão, os videogames e as atividades ao ar livre.
Embora crianças e jovens estejam acostumados a ter tudo o que pedem, os especialistas recomendam não atender a todos os seus pedidos. O psicólogo infantil Pablo Grosz, em artigo publicado na revista Padres OK, adverte que “as crianças pedem tudo por acreditarem na máxima: ´como não vou dar se tenho´. Os pais não deveriam dar tudo [às crianças], não apenas por falta de dinheiro, mas porque é preciso ensinar que na vida não se pode ter tudo".
Para Miguel Ángel Conesa, psicólogo e escritor: “se algum parente escapar ao controle familiar e der um brinquedo considerado inadequado pelos pais, então é preciso ser coerente e não deixar esse brinquedo entrar em casa, apesar dos dissabores. É duro, mas se já dissemos aos parentes que não queremos esse jogo para nosso filho, é preciso confirmar isso porque, caso contrário, perderemos toda a credibilidade perante a criança. Portanto, é preciso trocá-lo por outro ou devolvê-lo, acompanhados ou não pelo familiar, explicando os motivos que nos levam a tomar essa decisão".
Estímulo à imaginação
Uma alternativa para não comprar tantos brinquedos e, ao mesmo tempo, passar mais tempo em família é divertir-se sem brinquedos. Conesa afirma que "é importante que os pais brinquem com as crianças, porque muitas vezes, sob o pretexto de dar tudo o que pedem, se está ocultando um sentimento de culpa por não poder estar com eles, ou não poder dedicar-lhes mais tempo. O melhor jogo é aquele que jogamos com eles. Assim, transmitiremos nosso entusiasmo".
As brincadeiras que dispensam brinquedos, para além de seu aspecto lúdico e prazeroso, privilegiam o desenvolvimento de habilidades essenciais, como a psicomotricidade, a linguagem ou a criatividade. Isto é, divertem e favorecem o desenvolvimento infantil em todas as suas facetas: intelectual, motora, social, afetiva, lingüística etc. Não obstante, embora esse tipo de jogo necessite, em sua maioria, de nossa companhia, nós, os pais, dispomos de pouco tempo livre para isso. Por essa razão, freqüentemente optamos pelos brinquedos pré-fabricados, como alternativa à nossa ausência nos momentos de lazer de nossos filhos.
Entretanto, mesmo que as crianças não brinquem para aprender, aprendem brincando. Há um acordo universal entre psicólogos e educadores de que brincar é aprender e que, durante a brincadeira, as crianças desenvolvem novas habilidades e experimentam diferentes papéis. Nesse sentido, um resumo de mais de 40 estudos revelou que a brincadeira está significativamente relacionada a:
-resolução criativa de problemas;
-comportamento corporativo;
-pensamento lógico;
-coeficientes de inteligência;
-capacidade de integração e liderança.
Além disso, os especialistas concordam ao afirmar que crianças que não brincam, ou que brincam menos que outras crianças, são mais propensas ao déficit psicológico, intelectual e social. Para aproveitar plenamente os benefícios do brincar, as crianças precisam do apoio dos adultos, que reconheçam o valor da brincadeira e que os estimulem, propondo-lhes um ambiente seguro para brincar.
As brincadeiras que dispensem brinquedos, para além de seu aspecto lúdico e prazeroso, privilegiam o desenvolvimento de habilidades essenciais, como a psicomotricidade, a linguagem ou a criatividade.
Um tipo de brinquedo para cada idade
Embora haja uma classificação dos brinquedos por faixa etária, é importante observar que os papéis desempenhados pelos pais em relação ao jogo compartilhado com os filhos vão mudando à medida que eles crescem. De acordo com informações fornecidas pela Fundación Crecer Jugando, estas são as funções que devemos desempenhar por faixa etária.
Na primeira infância, ajudaremos os filhos a se aproximarem do mundo por meio dos sentidos, explorando todas as possibilidades lúdicas de um brinquedo, fazendo com que tenham novas experiências. Nosso papel, portanto, será o de motivar e favorecer um tipo de jogo determinado. As cantigas de ninar são um exemplo.
A partir dos 3-4 anos aproximadamente, deveremos entrar na brincadeira. Isto é, continuaremos guiando-os e motivando-os, mas também jogando, e não apenas ajudando-os. As brincadeiras de imitação da vida dos adultos, assim como as primeiras conversas, surgem nessa faixa etária.
A partir dos 6-7 anos, o compartilhar converte-se em algo mais. É colaborar, competir, fazendo com que nossos filhos se sintam mais iguais, respeitando-se as normas estabelecidas. Aqui, as crianças poderão se mostrar como são. Os jogos motrizes em grupo nos proporcionarão momentos bem divertidos.
A partir dos 9 anos, aproximadamente, passaremos a ser verdadeiros companheiros de jogo. Já não é tão importante motivá-los, mas sim que eles nos percebam como jogadores envolvidos com a competição e com a cooperação. O jogo e a comunicação passarão a ser, ao longo da vida, perfeitos aliados e nutrirão as relações familiares.
A importância de brincar com nossos filhos
Encontrar uma brecha em nossa agenda atribulada para brincar com os filhos é tão importante para o desenvolvimento das crianças quanto a boa alimentação. Mas não é fácil. Para muitos pais e mães pode parecer tedioso, além de exigir um grande esforço num dia-a-dia marcado pelo estresse e pelo pouco tempo livre.
A brincadeira é especialmente importante até os três anos, porque nessa faixa etária as crianças brincam menos entre si e preferem os pais. Nessa perspectiva, vários estudos demonstram que famílias que têm feito da brincadeira uma base de união na infância têm menos problemas na turbulenta adolescência. Por isso, os especialistas recomendam aos pais dedicar ao menos meia hora diária para brincar com os filhos.
O jogo, fundamental para o desenvolvimento das crianças
Um relatório publicado pela Academia Americana de Pediatria (AAP) destaca que o jogo permite às crianças expressar a criatividade e desenvolver a imaginação, a destreza manual e as atitudes físicas, cognitivas e emocionais, importantes para o desenvolvimento saudável do cérebro. Entre as virtudes do jogo destaca-se também que quando se juntam várias crianças elas aprendem a trabalhar em grupo, a compartilhar, negociar, solucionar conflitos e a defender pontos de vista. E quando têm a possibilidade de brincar com os pais, as crianças percebem que os adultos estão atentos, contribuindo para a construção de relações duradouras.
Nesse sentido, segundo um estudo do Colegio de Pedagogos de Cataluña, a brincadeira duplica a capacidade de concentração e de memória da criança, já que a aprendizagem se torna mais simples quando realizado esse tipo de atividade.
O brinquedo é portanto fundamental para o desenvolvimento das crianças, especialmente na primeira infância, e é recomendável a companhia dos pais. Como já comentado, quando os pequenos brincam aguçam os sentidos – o tato, a visão e a audição são básicos para eles –, agilizam o movimento dos pés e das mãos, e fortalecem a capacidade mental. Mas essa atividade não deve ser apenas mera diversão. O ideal é que atenda a dois objetivos: converter-se em um dos principais fios condutores do amor entre pais e filhos e, ao mesmo tempo, ter vocação educativa. Para que isso seja possível, pai e mãe devem aprender a brincar com as crianças.
Elizabeth Fodor, psicopedagoga especialista em jogos, e autora, com Montserrat Morán e Andrea Moleres, do livro Todo un mundo de sorpresas, assegura que "não importa a quantidade (de jogo) mas a qualidade".
A brincadeira em casa
Em geral, pais de crianças com quatro ou cinco anos não têm dificuldades para inventar brincadeiras. No entanto, as dificuldades surgem quando as crianças são bebês porque muitos pais têm a idéia preconcebida de que eles não se dão conta do que acontece ao seu redor. Mas na primeira infância, as crianças desejam ver coisas novas, escutar ruídos distintos, tocar objetos diferentes e, especialmente, sentir o amor do pai e da mãe por meio de gestos afetuosos e de palavras bonitas. Brincar é uma boa maneira de lhes demonstrar carinho e, ao mesmo tempo, para os pequenos, serve para despertar os sentidos e estimular destrezas básicas. "É preciso deixar a criança realizar uma atividade e motivá-la com muito amor, paciência e uma boa dose de alegria", insiste a psicopedagoga.
Por isso, aconselha-se aos pais que dediquem pelo menos meia hora diária para brincar com os filhos. Ainda que pareça pouco tempo, será suficiente se as atividades forem realizadas em condições adequadas, e se os adultos pensarem com antecedência e souberem estimular as crianças. Não se trata de brincar com rapidez, mas de fazê-lo bem. "Se o pai e a mãe estiverem mal-humorados ou estressados por conta do trabalho, será melhor não brincar com os pequenos porque eles percebem tudo e não vão se concentrar", afirma Fodor. Somente em um ambiente adequado e com envolvimento as brincadeiras funcionam.
Portanto, os pais devem ter em mente que a brincadeira é uma atitude que permite aos adultos e às crianças a diversão com bolhas de sabão ou com pedras lançadas em um riacho. E assim, em sua educação:
Os pais devem fazer com que as crianças tenham seu próprio espaço, cuidando e fazendo com que eles próprios descubram o tipo de brincadeira que mais lhes agrada.
É importante incorporar a brincadeira na rotina familiar, seja ajudando-nos com as compras, arrumando o quarto ou propondo como jogo o fato de colocar os brinquedos em uma caixa para ver quantos cabem.
Os especialistas recomendam aos pais dedicar pelo menos meia hora diária para brincar com os filhos. Embora pareça pouco tempo, será suficiente se as atividades forem realizadas em condições adequadas e pensadas com antecedência.
Algumas brincadeiras "de sempre"
As brincadeiras que divertiram a nossa geração e a de nossos pais são praticadas cada vez menos. Sob o lema "Conservemos para nossos netos as brincadeiras de nossos avós", o portal Juegos sin juguetes faz uma pequena homenagem a esse tipo de brincadeiras ao publicá-las na web, acompanhadas das habilidades trabalhadas em cada um delas.
A seguir, algumas dessas brincadeiras:
O que é, o que é?: De um grupo de pessoas, tiramos um jogador ao mesmo tempo em que colocamos outro no grupo. O jogador retirado volta ao grupo e tem de adivinhar quem foi o escolhido fazendo, no máximo, 10 perguntas, utilizando-se de adjetivos, como por exemplo: É alto? As respostas só poderão ser "sim" ou "não".
Pedra, papel ou tesoura: cada jogador esconde as mãos atrás das costas e faz uma composição com as mãos. Ao dizer "Pedra, papel ou tesoura", os jogadores mostram a mão. Pedra ganha da tesoura; tesoura ganha do papel, e papel ganha de pedra.
O telefone: os jogadores formam um círculo. Na brincadeira, o primeiro faz uma pergunta ao ouvido de quem estiver sentado à sua direita, que lhe responde, e assim sucessivamente até que todos os jogadores tenham participado.
Sombras chinesas: consiste em compor figuras com as mãos diante de uma lâmpada, projetando a sombra na parede de forma que sejamos capazes de imitar os movimentos do animal, ou o que quisermos.
Jogo da amarelinha: traça-se no chão um desenho riscado com giz (quadrados ou retângulos), numerados de 1 a 10. Tira-se na sorte quem vai começar. Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. Em seguida pula, em um pé só nas casas isoladas e com os dois nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.
FONTE: http://www.educarede.org.br
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Dinheiro: oito erros na educação dos filhos
Quando o assunto é dinheiro, a grande influência na vida de uma criança são seus pais.
"Mas a educação financeira das crianças não se resume a ensiná-las a poupar", diz a educadora Cássia D’Aquino. "Elas precisam aprender também como gastar o seu dinheiro." A cada fase da infância e da adolescência, amplia-se a capacidade de compreender o valor das coisas e planejar a vida financeira de curto, médio e longo prazos. Não transmitir informações na hora certa e da forma adequada significa aumentar o risco de que o adulto tenha uma relação ruim com o dinheiro. Psicólogos e educadores ouvidos por VEJA elencaram os erros mais comuns cometidos pelos pais na educação financeira dos filhos em várias faixas etárias.
De 5 a 7 anos
A capacidade de entender questões relacionadas a dinheiro ainda é pequena. A criança não está pronta para controlar gastos nem para diferenciar o caro do barato
Os erros mais comuns nessa fase
Situação 1: pôr o filho a par de todos os detalhes da situação financeira da família – quanto os pais ganham, quanto custa cada coisa da casa, quais as dívidas
Por que os pais o fazem: acreditam que a criança deve, desde cedo, conhecer a realidade financeira da família para que entenda que é preciso economizar
Por que está errado: se os pais começam a detalhar contas, gastos e dificuldades, as crianças podem entender que custam muito caro à família e ficar angustiadas. É comum que comecem a dizer que não precisam de determinadas coisas – um comportamento que os pais acham "bonitinho" mas que, nessa faixa etária, costuma ser sinal de ansiedade
A estratégia correta: a criança precisa de exemplos práticos para começar a entender o valor das coisas. Se a família vai viajar nas férias, já é um bom começo pedir a ela que participe das economias da casa naquele momento específico
Situação 2: esconder do filho dificuldades financeiras e sustentar, com grande sacrifício, um padrão de vida irreal
Por que os pais o fazem: porque temem frustrar a criança
Por que está errado: isso dá à criança uma visão distorcida das suas possibilidades. No futuro, ela pode se tornar um adulto que faz qualquer coisa para aparentar um poder aquisitivo que não tem
A estratégia correta: sempre que houver dificuldades financeiras, a criança deve ser informada da verdade e das providências tomadas: sem floreios nem excesso de negatividade
De 8 a 12 anos
Nessa fase surgem as primeiras comparações com a situação financeira dos amigos. Roupas e acessórios de marca passam a fazer parte da lista de vontades dos filhos, e é comum que eles perguntem sobre as finanças dos pais. Ainda não entendem situações complexas como dívidas da família
Os erros mais comuns nessa fase
Situação 1: abrir uma poupança para aplicar a mesada do filho – e impedi-lo de mexer nesse dinheiro
Por que os pais o fazem: porque acreditam que é importante ensinar os filhos a poupar desde cedo
Por que está errado: parte do processo de aprender a economizar dinheiro é saber como gastá-lo. E isso inclui fazer escolhas e, eventualmente, arrepender-se delas
A estratégia correta: até os 11 anos, a melhor maneira de ensinar a poupar é estimular objetivos de curto prazo. Um exemplo: se a criança quer comprar figurinhas e precisa poupar 1 real por semana, ajude-a a economizar usando o cofrinho. A partir dos 12 anos, a poupança é uma opção, mas sem o uso do cartão
Situação 2: estabelecer valores para tarefas da casa como arrumar o quarto ou ajudar a lavar a louça.
Por que os pais o fazem: para estimular a criança a fazer tarefas às quais não está acostumada e ensinar-lhe o valor do trabalho
Por que está errado: atrelar um preço ao que a criança faz transforma a relação entre pai e filho em um negócio – e isso diminui a autoridade dos pais
A estratégia correta: antes dos 11 anos, vale mostrar à criança que ela deve ajudar em casa porque faz parte da família, e não pelo dinheiro. A partir dessa idade, os pais podem "contratá-la" para uma tarefa específica, como lavar o carro ou dar banho no cachorro
Situação 3: dar dinheiro ao filho como forma de prêmio por ter conseguido boas notas na escola
Por que os pais o fazem: para tentar manter o controle sobre o desempenho escolar da criança
Por que está errado: prometer remuneração para boas notas é mostrar à criança que o importante é o resultado, e não o processo de aprendizado
A estratégia correta: jamais ofereça dinheiro como recompensa por um bom desempenho. Há outras opções para gratificar o filho, como fazer elogios ou mesmo levá-lo ao restaurante de que gosta
De 13 a 17 anos
O adolescente já tem alguma capacidade de compreensão, organização e planejamento a médio prazo do uso do dinheiro. No entanto, ainda tem dificuldade com o manejo a longo prazo
Os erros mais comuns nessa fase
Situação 1: dar ao filho adolescente um cartão de crédito
Por que os pais o fazem: porque acham que os filhos já têm maturidade suficiente para usá-lo
Por que está errado: o cartão de crédito ensina somente a gastar e nunca a economizar. Isso solapa o aprendizado da poupança, que é especialmente importante na adolescência
A estratégia correta: o cartão só deve ser introduzido a partir dos 18 anos e, ainda assim, em uma conta conjunta com um dos pais. É a forma de acompanhar de perto a relação do filho com os gastos. Se o cartão for necessário antes dessa idade, como no caso de viagem, é bom dar a ele primeiro um cartão de débito. Fica mais fácil controlar o que entra e o que sai
Situação 2: abrir uma conta para o filho e acompanhar o extrato sem que ele saiba
Por que os pais o fazem: para manter algum controle sobre a vida dos filhos
Por que está errado: depositar confiança gradualmente no filho à medida que aumenta a sua capacidade de organização financeira é um passo fundamental na educação. Se ele se sente espionado, a tendência é tentar burlar os mecanismos de controle ou desafiar os pais
A estratégia correta: uma vez aberta a conta, é preciso dar autonomia ao filho. Se ele gasta a mesada muito rápido, algo pode estar errado, e aí, sim, é bom investigar
De 18 a 21 anos
Ele já é perfeitamente capaz de assumir sua vida financeira, fazer escolhas e ser responsável por seus atos
O erro mais comum nessa fase
Situação: dar mesada ao filho com mais de 21 anos
Por que os pais o fazem: como os filhos estendem cada vez mais a permanência na casa dos pais, muitos continuam a tratá-los como dependentes, ainda que já sejam maiores de idade e recebam o próprio salário
Por que está errado: o jovem não se sente estimulado a trabalhar. Muitas vezes o salário é inferior ao que recebia dos pais. Frustração e acomodação no início da vida adulta comprometem o amadurecimento
A estratégia correta: é importante que, a partir do momento em que entra na faculdade e começa a fazer um estágio, o filho assuma pequenas contas ou despesas da família. Pode ser a própria conta de celular, a gasolina do carro ou mesmo o pão que compra todos os dias pela manhã
ESTREIAS E NOVAS TEMPORADAS NO GNT
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*Eu Sou Assim, Papel de Pai, Marmitas & Merendas e Cozinheiros em Ação são
os principais destaques de agosto no canal*
* Eu...
Zé Anhaia
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José Anhaia é um menino maluco, daqueles que aparecem no deserto pedindo o
desenho de um carneiro. Quando o conheci eu estava num momento bem difícil,
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Em obras!
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Pessoal, já me desculpei antes e peço desculpas novamente! São 9 anos de
postagens e jamais aconteceram tantos problemas com o blog como agora; cada
hora ...
Nye Steinsdalsfossen
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Turismens pris..... Steinsdalsfossen er en mye besøk turistattraksjon i
Norheimsund på grunn av at du kan gå under selve fossen. Greit at du må
tilrettele...
water, shadow and fresh air!
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[image: water, shadow and fresh air! by Carlos de Matos]
water, shadow and fresh air!, a photo by Carlos de Matos on Flickr.
Baby "G" 9 days old (Studio)
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Niki Erwin and are copyright protected by law. If you would like m...
Sou uma pessoa simples, sincera e honesta com todos. Procuro construir o meu futuro no presente, tendo sempre em mente o meu crescimento pessoal e espiritual. Vivendo e valorizando o máximo tudo em minha vida, principalmente minha família e amigos, com muito amor e respeito.
Por AMOR
Não te dou flores,
por representar a vida.
Não te dou jóias,
por seu valor ser inferior ao verdadeiro sentimento.
Não te dou doces,
por não ser tão bom quanto o sabor do amor.
Não de dou bens,
para que possa sentir o verdadeiro gosto de uma conquista.
Não te dou belas palavras,
para que possa conhecer melhor meu interior,
e desvendar o verdadeiro valor que você me representa.
Não te dou minha vida,
por você já fazeres parte dela.
Não te dou fantasias,
para que possa viver o verdadeiro sentimento que é o amor.
Dou-te a liberdade,
para que possa sentir o doce sabor da vida,
e só assim poder sentir meu verdadeiro amor por você.
Simone (VIDA)